segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

fotografia: nesse feriado

A coisa que eu mais gosto nos fins do ano é que a família toda se reúne. Depois que eu me mudei pro Rio de Janeiro, há dois anos, essas reuniões vêm acontecendo aqui, na minha casa. 
No natal só vieram dois primos e um amigo, já que a tradição é comemorar em São Paulo mesmo, e o resto da família virá amanhã, dia 30. Aproveitando que eles estavam aqui, tiramos várias fotos e selecionei algumas para colocar aqui. Espero que gostem! :)
esse é meu irmão sendo ensinado pelo meu primo a jogar futebol hahaha


meu primo e eu <3



meu primo (novamente hehe) e o amigo, eles tocam violão muito bem!
Espero poder muito fotografar mais nesse ano novo!

domingo, 28 de dezembro de 2014

o fim de um ciclo

Hoje é dia 28 de dezembro de 2014, finzinho de um ano que vai ficar marcado. Não como o melhor, mas como o mais intenso na minha pequena trajetória de 12 anos. Pra você pode parecer bobagem, afinal, o que pode acontecer de tão intenso com uma garota de 12 anos? Não muita coisa, mas o suficiente.
Foi um ano que eu pude começar a me descobrir, que eu entendi que a vida não é só um roteiro de escola, faculdade, trabalho, casamento, filhos, velhice, e fim. Entendi que eu faço o meu futuro, eu escolho, e pode ser tudo diferente. Diferente do que os seus pais e amigos esperam. Sem contar que em meio a tudo isso, vão existir complicações, muita coisa vai dar errado, muita coisa vai ser inesperado, e tudo vai depender de mim. A vida é a melhor oportunidade que eu vou ter em toda a eternidade.
Eu tenho a perfeita noção de que é tudo novo, que ainda tenho muito pra viver, mas acho que é assim com quase todo mundo, não é? Querer ser mais do que pode. Querer viver mais do que o permitido.
Mas se tem uma coisa que eu aprendi esse ano e que vou levar pro resto da vida é que eu preciso viver cada coisa de cada vez, cada coisa tem seu tempo e eu não posso mudar isso.
Esse ano eu chorei, eu me magoei, magoei algumas pessoas (mesmo que sem intenção), desculpei, pedi desculpas, sorri, fiz as pessoas que mais me importo sorrirem, e olhando pra trás, agora, eu vejo que foi feliz. Eu senti o que tive que sentir.
Talvez tenha feito mais coisas erradas do que certas, mas fiz o que deveria fazer. Afinal, estou viva.
Eu queria agradecer a cada pessoas que fez parte da minha vida esse ano, que fez tudo isso valer a pena, então se alguém de vocês estiver lendo isso: meu mais sincero obrigada.
Então é isso.
Chegou a hora de usar as minhas 64 metas de ano novo como roteiro.